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JSRE11

FII de Tijolo

JS Real Estate Multigestão FII

Lajes Corporativas · Gestor: Safra Asset Management · Adm.: Banco J. Safra

P/VP
0,60
DY 12 meses
9,7%
Último provento
R$ 0,50 (31/08/2026)
Patrimônio líquido
R$ 2,1 bi

dados atualizados em 23/07/2026

Sobre o fundo

Objetivo

Gerar renda com lajes corporativas de alto padrão, complementadas por posições em FIIs e CRIs.

Estratégia

Um dos maiores fundos de lajes da B3 (PL ~R$ 2,1 bi), dono de escritórios de alto padrão como o Rochaverá e o Tower Bridge, em regiões nobres de São Paulo, mais um ativo no Rio. Na bolsa desde 2011, negocia com um dos maiores descontos do segmento (P/VP ~0,58).

Ficha do fundo

Categoria
FII de Tijolo
Segmento
Lajes Corporativas
Gestor
Safra Asset Management
Administrador
Banco J. Safra
Início do fundo
10/06/2011
Patrimônio líquido
R$ 2,1 bi
Atualização
23/07/2026

Relatório Gerencial

referência: junho de 2026

Fundo de lajes corporativas do Safra (PL ~R$ 2,1 bi): 9 imóveis no consolidado (ABL ~200 mil m², 99,6% em SP), 114 inquilinos e vacância de 5,9%. Negocia com desconto expressivo (P/VP ~0,58). DY ~9,7%.

Principais destaques

  • ▸Lajes de alto padrão em regiões nobres (Tower Bridge, Rochaverá, Paulista)
  • ▸Vacância de 5,9% e 114 inquilinos diversificados
  • ▸Um dos maiores descontos do segmento (P/VP ~0,58)
Relatório de julho de 2026 ↗atualizado em 23/07/2026

Emissões e desdobramentos

quantas vezes o fundo emitiu cotas novas, e a que preço

Ver todos os fundos →

Antes disso o fundo fez pelo menos 2 ofertas, a mais antiga em 09/08/2019. Elas são anteriores ao formulário eletrônico, então existe a data e não existe o preço. Ver os documentos.

Desdobramento. 1 para 10 em 01/10/2014. Isso multiplicou a quantidade de cotas e dividiu o preço na mesma proporção, sem mexer no patrimônio de ninguém. O histórico de cotação desta página já está na régua de hoje.

Contra o mercado compara o preço da emissão com o fechamento do fundo na data de corte. Positivo quer dizer que o fundo captou acima do que a cota valia naquele dia. Diluição é quanto o número de cotas cresceu de verdade, medido no Informe Mensal que o fundo entrega à CVM, e não no que a oferta anunciou. Fica em branco quando a emissão é recente demais para ter aparecido no informe.