R$ 100,05
cotação de 24/09/2026
- P/VP
- 0,98
- DY 12 meses
- 14,4%
- Último provento
- R$ 1,05 (31/08/2026)
- Patrimônio líquido
- R$ 164,7 mi
dados atualizados em 01/08/2026
Sobre o fundo
Objetivo
Comprar imóveis, adaptá-los e alugá-los ao Banco do Brasil, gerando renda mensal de aluguel.
Estratégia
Fundo pequeno e antigo, na bolsa desde 2011, com 21 imóveis todos no estado de São Paulo: 19 prontos, 1 vago e 2 em obra. São agências e pontos comerciais adaptados para o Banco do Brasil, com 14.705 m² de área locável e vacância física de 5,5%, que é o único imóvel vazio (Eiras Garcia). A concentração geográfica é total: 17 dos 21 imóveis ficam na cidade de São Paulo, o resto em Campinas, Osasco, Santo André e São Bernardo. O PONTO MAIS IMPORTANTE não está em nenhum indicador: o fundo foi criado para alugar ao BB em contrato ATÍPICO de 10 anos, que é o contrato que protege o dono, porque o inquilino não pode sair sem pagar o que falta. Hoje, dos 19 contratos vigentes, só UM ainda é atípico, e vence em ago/2027. Os outros 18 viraram típicos na renovação, e contrato típico se encerra com aviso de 30 dias e revisa aluguel a cada 3 anos. A proteção que era a tese do fundo praticamente acabou. Segundo ponto: o DY anunciado de 25% ao ano não se sustenta, porque vem de resultado não recorrente da venda da agência Indianópolis; o resultado recorrente é de R$ 0,89 por cota contra R$ 2,15 distribuídos, e o DY médio de 12 meses, 14,44%, é o número honesto. Gestão da Tivio (ex-Votorantim/BV), não do Banco do Brasil, que aqui é o inquilino.
Ficha do fundo
- Categoria
- FII de Tijolo
- Segmento
- Renda Urbana
- Gestor
- Tivio Capital
- Administrador
- BEM DTVM
- Início do fundo
- 20/06/2011
- Patrimônio líquido
- R$ 164,7 mi
- Taxa de adm. e gestão
- 0,50% a.a. de gestão mais 0,10% a.a. de administração, sem taxa de performance
- Atualização
- 01/08/2026
Quanto do resultado do fundo fica com a gestora
exercício de 2025, da demonstração financeira auditada
4,8%
entre os mais baratos
mediana dos fundos do site: 8,1%
mediana de Renda Urbana: 8,0%
De cada R$ 100 que o fundo gerou e distribuiu entre cotistas e prestadores de serviço, R$ 4,85 ficaram com a gestora e R$ 95,15 com você.
A receita do exercício foi R$ 19,9 mi
Os custos totais foram R$ 2,4 mi
- Gestão e administração
- R$ 1,0 mi
- Consultoria imobiliária
- R$ 104.000,00
- Você recebeu de rendimento
- R$ 21,7 mi
Outros custos
- Operar os imóveiscondomínio, IPTU, manutenção, seguro, administradora predial
- R$ 422.000,00
- Ser um fundo listado em bolsaauditoria, custódia, escrituração, CVM, B3, cartório
- R$ 897.000,00
Relatório Gerencial
referência: junho de 2026
21 imóveis alugados ao Banco do Brasil, todos em São Paulo, com 14.705 m² e vacância de 5,5%. Dos 19 contratos vigentes, só um ainda é atípico: a proteção original do fundo praticamente acabou.
Principais destaques
- ▸21 imóveis, todos no estado de São Paulo, 17 deles na capital
- ▸Só 1 dos 19 contratos ainda é atípico, e vence em ago/2027
- ▸DY de 25% é não recorrente; o recorrente é R$ 0,89 contra R$ 2,15 pagos
- ▸Vacância de 5,5%, um único imóvel vazio, e 2 ainda em obra
Emissões e desdobramentos
quantas vezes o fundo emitiu cotas novas, e a que preço
Antes disso o fundo fez pelo menos 1 oferta, a mais antiga em 13/06/2011. Elas são anteriores ao formulário eletrônico, então existe a data e não existe o preço. Ver os documentos.
Contra o mercado compara o preço da emissão com o fechamento do fundo na data de corte. Positivo quer dizer que o fundo captou acima do que a cota valia naquele dia. Diluição é quanto o número de cotas cresceu de verdade, medido no Informe Mensal que o fundo entrega à CVM, e não no que a oferta anunciou. Fica em branco quando a emissão é recente demais para ter aparecido no informe.